Pular para o conteúdo principal
  • Nossos produtos Nossos produtos Nossos produtos
  • Sustentabilidade Sustentabilidade Sustentabilidade
  • Trabalhe Conosco Trabalhe Conosco Trabalhe Conosco
  • Investidores
  • Conheça AES Conheça AES Conheça AES
  • My AES
    Choose your location
    PT-BR
    Choose location

    AES Global

    AES Local

    Andes Argentina Brasil Bulgaria Chile Colombia Dominicana El Salvador India Indiana México Miami Valley Lighting Ohio Panama Puerto Rico Vietnam
    Buscar
    Search AES

    Convergência de governança na autoprodução de energia

    Por Carlos Pompermaier* Convergência de governança na autoprodução de energia

    O número crescente de acordos, entre geradoras e indústrias, para compra de energia limpa por longo prazo indica que o modelo de PPAs (Power Purchase Agreements) pegou tração no Brasil. As vantagens saltam aos olhos: garantia de fornecimento por ao menos uma década, preço prefixado e os cada vez mais valorizados atributos ambientais. O tripé equaciona a volatilidade enfrentada pelo mercado e o anseio da sociedade pela descarbonização da economia.

    PPAs podem ser celebrados entre geradoras ou comercializadoras e clientes, ampliando o cardápio de oportunidades para os consumidores pilotarem o suprimento futuro. Assim, companhias dos mais diversos setores e portes podem encontrar ou moldar contratos que apoiem suas estratégias de negócio.

    Com a instabilidade nos preços da energia estabelecendo novos desafios às corporações em todo o mundo, os PPAs se consolidaram em cases de sucesso nos EUA, Reino Unidos, Espanha, México, Austrália, entre outros, antes de aterrissar por aqui, onde o mercado desenvolveu uma estrutura única: as parcerias de autogeração.

    Neste tipo de acordo, um gerador desenvolve e dedica ao contratante um sistema completo de geração de energia renovável, como uma planta de energia eólica ou solar. O cliente se torna sócio da geradora, com participação de até 50% no projeto. Seu interesse e necessidades calibram os contratos, que fixam um preço para a operação por períodos que variam entre 15 e 25 anos. Assim, o consumidor tem a geração de energia limpa “no quintal” - com ganho reputacional a reboque -, mas fica livre do peso de investimentos e dos impactos do custo de capital nos resultados.

    Em franco amadurecimento, a autogeração vem se mostrando uma poderosa engrenagem na modernização do setor elétrico, bem como na transição para matrizes renováveis e na descarbonização das empresas.

    A inovação brasileira também traz consigo desafios, como não poderia deixar de ser. A operação dos sistemas de energia é realizada em conjunto pela geradora e o consumidor. Trata-se de um terreno fértil para dissonâncias entre culturas corporativas.

    Afinal, duas companhias, de setores diferentes, apoiadas em práticas distintas, passam a partilhar a gestão cotidiana de uma série complexa de processos. Quais regras devem prevalecer?

    Valores e práticas precisam ser nivelados de partida e continuamente alinhados, assegurando a convergência de governança entre os parceiros, sob o risco de ruídos, ineficiências e falhas na condução dos negócios.

    A fim de assegurar que a relação nascerá sob o signo da longevidade, é crítico firmar parcerias exclusivamente com corporações dotadas de alto nível de governança, reconhecidas por instituições nacionais e internacionais de referência. (((Pesquisei na página da Convenção da ONU contra corrupção, mas não achei a lista citada pelo Carlos, que viria a calhar aqui))).

    Para isso, é essencial que o projeto tenha, desde o princípio, um “pacto de soluções” e gestão atenta dos conflitos, além de outras outras medidas profiláticas. A disciplina nas reuniões e a clara distribuição de responsabilidades, papéis, fluxos de aprovações são determinantes para o sucesso da joint venture.

    Olhando para dentro das companhias, vale destacar que toda arquitetura de entendimento e operação conjunta se apoia na solidez de uma área ou departamento que foque na gestão da governança das joint ventures.

    *Carlos Pompermaier é Diretor Vice-Presidente Jurídico, Compliance, Regulatório e de Auditoria da AES Brasil. O executivo é advogado, graduado em Direito pela Universidade de São Paulo e especialista em Mercado de Capitais pela mesma Universidade, com mestrado (LLM) pela King’s College da Universidade de Londres.

    Back to top
    Nossos produtos
  • Nossas ofertas
  • Seu perfil
  • Sustentabilidade
  • Crescimento limpo & inovação
  • Nossas pessoas
  • Parcerias com a comunidade
  • Relatórios e políticas
  • Estratégia de sustentabilidade
  • Trabalhe conosco
  • Conheça nossas pessoas
  • Trabalhe Conosco
  • Para a imprensa
  • Comunicados de imprensa
  • Para sócios
  • Contratados e fornecedores
  • Sobre nós
  • Nossa história
  • Nossa liderança
  • Global x local
  • Fale conosco
  • LGPD
  • Ética & compliance
  • Jump back to top