Pesquisa e Desenvolvimento

Pesquisa e Desenvolvimento
Pesquisamos um jeito de inovar e descobrimos que precisamos pesquisar sempre.

A gente sabe que sempre há o que melhorar. Nos processos, equipamentos, serviços. É por isso que investimos constantemente em pesquisa e desenvolvimento. Só em 2014, foram R$ 9,3 milhões dedicados a programas de P&D, sendo 17% para melhorias de planejamento e operação e 19% para fontes renováveis ou alternativas de geração de energia.
 
Além de impulsionar o nosso crescimento, parcerias com institutos, universidades e empresas de fomento à tecnologia nos ajudam a honrar nosso compromisso de qualidade e confiabilidade com nossos parceiros, consumidores, colaboradores e acionistas. Também incentivamos a formação dos nossos colaboradores, investindo em especialização, mestrados e doutorados.
 
Esse olhar para a inovação está presente em todas as empresas da AES no Brasil, por meio de seus próprios Programas de Pesquisa e Desenvolvimento.  
 
Conheça os últimos projetos finalizados em cada empresa:
Dúvidas, sugestões ou comentários: fale com a gente pelo e-mail inovacao.aesbrasil@aes.com.
 
 
Programa de P&D da AES Uruguaiana
 
 
 
Pré-requisitos: Regulamentação ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica)

De acordo com a Lei n° 9.991/2000, as concessionárias de geração devem investir 1% da ROL (Receita Operacional Líquida) no Programa Anual de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor Elétrico. Essa norma, que foi alterada pela Lei n° 10.848/2008, ainda determina que o investimento desse percentual seja alocado da seguinte forma:
 40% para projetos de pesquisa e desenvolvimento (segundo regulamentos estabelecidos pela ANEEL).
• 40% para o FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), criado pelo Decreto-lei n° 719, de 31 de julho de 1969, e restabelecido pela Lei n° 8.172, de 18 de janeiro de 1991.
• 20% para o MME (Ministério de Minas e Energia), a fim de custear os estudos e pesquisas de planejamento da expansão do sistema energético, bem como os de inventário e de viabilidade necessários ao aproveitamento dos potenciais hidrelétricos.
 
A AES Uruguaiana também precisa aplicar anualmente 0,4% de sua ROL no desenvolvimento de projetos de P&D.
Esses projetos podem ser desenvolvidos com instituições públicas ou privadas de ensino e/ou de pesquisa, com empresas de consultoria e com fabricantes de materiais e equipamentos. A execução dos projetos deve acontecer em centros de pesquisa e desenvolvimento, instituições de ensino superior, empresas de consultoria, empresas de base tecnológica, empresas incubadas e a própria empresa, com a condição de serem nacionais.
Confira o passo a passo da prospecção externa de projetos da AES Uruguaiana:

1 – Levantamento interno dos temas para projetos de P&D:
Instituições externas também podem propor novos temas para projetos de P&D diferentes dos assuntos internos, desde que tenham a ver com o segmento de distribuição ou geração de energia elétrica, de acordo com o quadro a seguir:
 Fontes alternativas de geração de energia elétrica
 Geração termelétrica
 Gestão de bacias e reservatórios
 Meio ambiente
 Segurança
 Eficiência energética
 Planejamento de sistemas de energia elétrica
 Operação de sistemas de energia elétrica
 Supervisão, controle e proteção de sistemas de energia elétrica
 Qualidade e confiabilidade dos serviços de energia elétrica
 Medição, faturamento e combate a perdas comerciais
 Outros temas correlacionados
 
2 – Pré-seleção dos temas propostos internamente, de acordo com o Planejamento Estratégico da Empresa.
 
3 – Divulgação dos temas internos por meio do site da AES Brasil:
Sempre respeitando o Acordo de Confidencialidade, a AES se compromete a não divulgar nenhum material das propostas externas recebidas, apenas o que já tiver sido autorizado.
 
4 – As entidades de pesquisa enviam as propostas para projetos de P&D, sempre dentro dos temas divulgados internamente ou propostos.
 
5 – As áreas internas e a equipe de Gestão do Programa avaliam as propostas, conferindo se estão mesmo alinhadas estrategicamente com a AES e se refinam com o proponente.
 
6 – A área de Gestão analisa o alinhamento dos projetos com o programa de P&D ANEEL e dá pontos com base no Manual 2012 do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica – ANEEL.
 
7 – Os projetos melhor pontuados são analisados pelo Comitê Executivo de Diretores da AES no Brasil.
 
8 – Depois de aprovados, é elaborado um contrato de execução entre as partes envolvidas de cada projeto.
 
9 – Por fim, os projetos são carregados no sistema DUTO da ANEEL.
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