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A boa hora da energia solar

AES Tietê adquire o segundo complexo solar neste semestre

26/09/2017 00:00:00

À medida que o mercado de renováveis se consolida no Brasil, nós, da AES Tietê, direcionamos nosso foco para uma matriz energética diversificada e com alta confiabilidade. Nesse cenário, a energia solar fotovoltaica apresenta-se como uma solução viável para suprir as demandas por energia sustentável, principalmente pelo fato dessa fonte não emitir gases poluentes na atmosfera. 

Agora, demos outro passo importante para seguir com o objetivo estratégico da companhia, de compor 50% do nosso EBTIDA com fontes renováveis não hídricas, até 2020. Fechamos ontem (25) um acordo de investimento para aquisição do Complexo Solar de Guaimbê, no interior de São Paulo, por R$ 650 milhões. Com potência de 180 megawatts-pico (MWp), o projeto está em fase avançada de construção e deve entrar em operação até maio do ano que vem. 

O acordo prevê que a aquisição seja realizada em dois momentos. Primeiro, a AES Tietê vai investir até R$ 470 milhões em debêntures a serem emitidas entre setembro de 2017 e março de 2018. Esse montante será utilizado para financiar a construção da usina solar fotovoltaica que, neste momento, está na fase de instalação das estruturas metálicas. 

No segundo momento, após a conclusão da obra, a companhia irá investir mais R$ 180 milhões, após obter as aprovações regulamentares e o cumprimento das condições contratuais acordadas entre as partes. “É um negócio interessante. Com a nova planta vamos elevar em 6% a nossa capacidade instalada no Estado de São Paulo”, disse Ítalo Freitas, presidente da AES Tietê.

Complexo Solar Boa Hora
A AES Tietê também finalizou ontem, o processo de compra de todas as ações do Complexo Solar Boa Hora, que ainda será construído. 

O valor total da aquisição é de R$ 75 milhões e o montante está sujeito a ajustes usuais de operações dessa natureza. Em relação à geração de energia, o complexo tem capacidade total projetada de 91 MWp (75MWac).

O início de sua operação comercial está previsto para 1º de novembro de 2018. “Considerando os complexos solares de Guaimbé, o Boa Hora e outras pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), faltará apenas cerca de 100MW para atingirmos nosso compromisso em expansão. Depois, nossa intenção é aumentar os esforços para diversificar nossas fontes de energia, principalmente os projetos de energia eólica”, reforçou Ítalo. 
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